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O que se sabe até aqui sobre os casos de febre amarela em São Paulo

23 de Janeiro de 2018

O que se sabe até aqui sobre os casos de febre amarela em São Paulo

Desde o final de 2017, o Estado de São Paulo têm registrado um aumento no número de casos de febre amarela. Em outubro, o Horto Florestal e o Parque da Cantareira, na zona norte da capital paulista, foram fechados depois que encontraram um macaco morto em decorrência da doença.

Desde então, outros casos em animais e em humanos têm ganhado as manchetes e causado preocupações. Até agora, o estado contabiliza um total de 81 casos confirmados e 36 mortes. Desse total, 41 casos aconteceram em Mairiporã, região metropolitana da cidade. Próximo, o município de Atibaia contabiliza 9 casos com oito mortes.

Em 16 de janeiro, a Organização Mundial da Saúde incluiu o estado de São Paulo no mapa de risco da doença. O que significa que todas as pessoas que viajarem para lá, mesmo aquelas que irão ficar hospedadas nas áreas urbanas, devem tomar a vacina.

O governo do estado prepara uma campanha de vacinação emergencial que terá início no dia 25 de janeiro e vai até o dia 17 de fevereiro. Durante a campanha, as pessoas serão vacinadas com a dose fracionada, de 0,1 ml, que permite a imunização por um período de oito anos.

Transmissão. O principal transmissor da febre amarela nas áreas de mata é o mosquito Haemogogus e Sabethes. Já na área urbana, o principal propagador do vírus é o mosquito Aedes aegypti, que também transmite a chchikungunya e do zika vírus

A doença é transmitida quando um mosquito pica uma pessoa ou macaco que estão infectados, a partir de então o mosquito se torna um agente transmissor e ao picar outras pessoas ele repassa a febre amarela.

É importante frisar que o macaco não transmite a doença. O mosquito é responsável por isso. O macaco contribui, inclusive, como um indicador de presença da febre amarela, já que ele também pode ser infectado.

Sintomas. Na fase inicial, os sintomas são dores de cabeça, febre, perda de apetite, náuseas e vômito, além de dores musculares, principalmente nas costas. Já no estágio avançado, a febre a amarela causa febres altas, peles e olhos amarelos, sangramento da boca, nariz, olhos e estômago, vômitos, rins e fígado são afetados, o paciente sente dores abdominais e a urina fica escura.

Se você ainda não tomou a vacina, atente-se ao calendário da campanha emergencial e verifique em sua localidade quais postos de saúde farão esse trabalho. O uso de repelente também é recomendado para prevenir a picada do mosquito.

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