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Fevereiro laranja: mês de combate à leucemia

12 de fevereiro de 2019

Fevereiro laranja: mês de combate à leucemia

A leucemia é o tipo de câncer que pode acometer desde crianças até idosos. A principal característica da doença é o acúmulo de células doentes na medula óssea, onde o sangue é produzido, que substituem as células sanguíneas normais e, por isso, acabam afetando as defesas do organismo.

Principais sintomas

Com o impedimento da produção das células sanguíneas normais, a redução dos glóbulos brancos (células de defesa) e glóbulos vermelhos (responsáveis por transportar oxigênio para órgãos e tecidos) e plaquetas (células responsáveis pela coagulação), podem provocar uma série de manifestações clínicas, a começar pela baixa imunidade do organismo, deixando-o sujeito a infecções muitas vezes graves ou recorrentes. A diminuição das plaquetas pode ocasionar sangramentos, sendo os mais comuns na gengiva e no nariz. Também podem surgir manchas ou pontos roxos na pele. Sintomas como suor noturno, perda de peso sem motivo aparente, cansaço, dores nos ossos e articulações, febre e gânglios linfáticos inchados, na região do pescoço e das axilas, podem ser um sinal da doença. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que sejam investigados por um médico.

A detecção precoce de qualquer tipo de câncer, ainda é a melhor estratégia para combater a doença e oferecer qualidade de vida por meio do tratamento adequado. O principal exame de sangue para confirmar a suspeita de leucemia é o hemograma, que apresentará alterações em seus resultados. Para confirmar a presença da doença, o paciente deverá passar pelo exame da medula óssea (mielograma). Em outros casos, pode ocorrer a necessidade de biópsia da medula óssea. Vale ressaltar que a leucemia pode ser aguda ou crônica. O tipo agudo normalmente está acompanhado por sintomas. Já a crônica costuma ter evolução lenta.

Segundo estimativas do INCA, somente em 2018, surgiram quase 11 mil novos casos da doença em todo o país. O Atlas de Mortalidade por câncer, divulgado em 2015, apontou que a leucemia ocasionou a morte de 6.837 pessoas em todo o país. Já a estimativa de novos casos, em 2018, subiu para 10.800. Atualmente, a leucemia é o 9º câncer mais comum entre os homens e o 11º entre as mulheres.

Tratamento

De acordo com o INCA, o início do tratamento da leucemia tem o objetivo de destruir as células leucêmicas para que a medula óssea volte a produzir células normais. O tratamento é feito em etapas e pode incluir quimioterapia, imunoterapia, radioterapia ou transplante da medula óssea. Depois de instalada, a leucemia costuma progredir rapidamente, exigindo que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico. Se diagnosticada em estágio inicial, a leucemia tem grandes chances de cura.

*As informações publicadas neste texto têm o intuito de disseminar informações sobre a doença e incentivar, em vez de substituir, a consulta médica.